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Desacordo profundo, ignorância ativa e etivismo epistêmico
Radi, Blas.
Revista Tapuia, vol. 2, núm. 4, 2024, pp. 215-231.
  ARK: https://n2t.net/ark:/13683/pRud/9Rf
Resumen
Este artigo explora o desacordo decorrente da ignorância ativa como um tipo de desacordo profundo. Recupera-se a noção de “desacordo profundo” de Fogelin, que advertiu sobre os limites da argumentação para construir consensos e dissipar os desacordos profundos, e argumenta-se que eles podem ser resolvidos racionalmente. A partir da análise de um desacordo que tem implicações práticas e envolve sujeitos situados assimetricamente em uma teia de relações de poder, conclui-se que os desacordos decorrentes da ignorância não são imunes à resolução racional. As práticas de “ativismo epistêmico” (Medina, 2019) contam como mecanismos racionais e razoáveis de resolução de desacordos profundos derivados da ignorância ativa. [Tradutores: Camila Jourdan, Cello Pfeil]
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