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A primeira organização feminista na música de concerto carioca: a Sociedade Femina segundo jornais da época (1916-1918)
Vergara, Jorge.
Opus, vol. 32, núm. e263201, 2026, pp. 1-30.
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Resumen
Neste informe, verifica-se a existência da Sociedade Femina e recupera-se parte da história da atuação feminista e musical brasileira. A Sociedade Feminina de Cultura Artístico-Musical existiu no Rio de Janeiro entre agosto de 1916 e março de 1918. Presidida pela cantora lírica Julieta Correa, a Femina promoveu a música de concerto, a declamação e valores que seguiam os moldes do feminismo europeu. Mulheres dirigiram a Femina, entretanto, varões musicistas ocuparam os cargos de diretor artístico, diretor de coro e diretor de orquestra. A grande presença feminina em espaços de educação musical foi interpretada como uma forma complexa de segregação social. Considerou-se a literatura feminista, historiográfica e musicológica. As fontes primárias foram encontradas na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional do Brasil. Fundada por Antonieta Leite de Castro, Branca Bilhar, Brasilina Bormann, Edméa Regazzi e Julieta Correa, a Sociedade Femina foi a primeira organização feminista no campo da música de concerto carioca.
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