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O crioulo haitiano na educação escolar: direitos linguísticos e inclusão
Maxo St Victor.
En Eveline Moura, Cleberson Disessa, Cairo Gomes Fernandes y Carlos Magno Pereira, Convergências e Rupturas na Educação, Psicologia e Gestão Educacional. Pouso Alegre (Brasil): Autores.
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Resumen
Este artigo analisa a relação entre diversidade cultural, direitos linguísticos e inclusão educacional no Haiti, com foco no papel do crioulo haitiano no processo de democratização do ensino. Embora seja a língua materna da maioria da população, o crioulo foi historicamente marginalizado em favor do francês, o que gerou desigualdades de acesso e permanência escolar. A pesquisa, de caráter documental e bibliográfico comparativo, examina políticas linguísticas e educacionais haitianas à luz de referenciais teóricos que compreendem a linguagem como instrumento de emancipação e de formação identitária. Fundamentado em Skutnabb-Kangas (2000), Freire (1987) e Hornberger (2008), o estudo evidencia que a valorização da língua materna contribui para o desenvolvimento psicossocial dos estudantes, fortalecendo autoestima, pertencimento e participação cidadã. Os resultados demonstram que reconhecer o crioulo no espaço escolar transcende a dimensão linguística, configurando-se como ação política, cultural e psicopedagógica voltada à equidade e à justiça social. Conclui-se que a promoção do bilinguismo crítico e da diversidade linguística é essencial para uma educação haitiana mais inclusiva e democrática, capaz de integrar identidade, cultura e aprendizagem.
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