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A educação no Haiti pós-independência (1804–1843): entre utopias republicanas e heranças coloniais
Maxo St Victor y Vera Lucia Martiniak.
III Congresso Nacional de Ensino do PPIFOR (CEPPIFOR). Unespar, Paranavaí, 2025.
  ARK: https://n2t.net/ark:/13683/pxZC/FRZ
Resumen
Este artigo analisa a educação no Haiti entre 1804 e 1843, período posterior à independência do país. O objetivo é compreender como os projetos e práticas educacionais desse período expressaram a tensão entre ideais republicanos e estruturas coloniais herdadas. A pesquisa examina os discursos dos primeiros governos haitianos, as influências externas no modelo de ensino e o papel da educação na formação da identidade nacional. Utiliza-se uma abordagem histórica e qualitativa, baseada na análise de fontes primárias, como discursos oficiais e documentos legais, e secundárias, como estudos críticos sobre o tema, incorporando ainda a análise crítica do discurso (ACD) proposta por Fairclough (1992; 2003). A fundamentação teórica apoia-se em autores como Chartier (1990), Certeau (1982) e Joint (2009), que contribuem para interpretar a educação como espaço de disputa simbólica e política. O estudo revela que, embora os projetos educacionais buscassem romper com o passado colonial, na prática reproduziam desigualdades e modelos elitistas, limitando o acesso à escola. A análise contribui para o debate sobre os desafios da construção do Estado e da descolonização da educação em contextos póscoloniais.
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